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Bis da Antologia Rabiscos + Vernissage da Esterno (exposição coletiva)

Depois do dilúvio do dia 21 de outubro + dezenas de e-mails, mensagens, telefonemas, scraps, sms… a Antologia Rabiscos de Desenho e arte contemporânea volta à terra de Lucas.

O livro apresenta seleção de trabalhos de sete jovens artistas baianos que transitam entre diversas linguagens gráficas, tendo como expressão principal o desenho. Foram escolhidos quatro artistas provenientes do interior da Bahia – Marcio Junqueira, Don Guto, Carol Belmondo e Zé de Rocha – e três desenhistas soteropolitanos – Daiane Oliveira, Bruno Marcello e Davi Caramelo. As artes presentes na coletânea estão dividas em duas seções: uma que apresenta trabalhos coloridos e outra que reúne obras em preto-e-branco e tons de cinza, resultando em mais de quarenta desenhos reunidos nas cem páginas da edição.

Uma prévia pode ser vista no link: http://issuu.com/roteirizandohq/docs/rabiscos_cor

Colaborou com a capa da Antologia Rabiscos o veterano artista argentino Jorge Abel Galeano, que também ilustrou as páginas que abrem e fecham a seção de trabalhos coloridos. O crítico de arte e pesquisador Leandro Furtado assina o texto de posfácio.

A Antologia Rabiscos é um projeto editorial ligado à Coleção Rabiscos, editada pelo Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira. Nascida em 2010, a Coleção Rabiscos publica pocket books de desenho. Esta antologia aposta num formato maior e com melhor acabamento que procura ampliar o alcance e divulgação das artes visuais baianas.

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Na mesma noite, abertura da exposição coletiva “Esterno”, dos artistas Helaine Ornelas, João Oliveira e Nara Dourado.

Esterno – osso localizado no tórax, composto de três partes, que serve para sustentação da caixa torácica – nomeia amostra onde três universos de criação distintos se unem para discutir a produção da imagem, a qual se volta sobre si ao mesmo tempo em que se reflete na sociedade. Linguagens como o desenho, a fotografia, a escultura e a gravura traduzem uma relação de oposição entre o que é externo (fora/meio) e o que é interno (dentro/ o eu), oposição essa que não se anula, mas complementa-se. O título sugere a ambivalência no sentido em que trata de um osso interno, localizado próximo ao coração, ao passo que possui uma sonoridade similar à palavra ‘externo’.

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